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Conselho Municipal de Cultura de BH pede esclarecimentos sobre indícios de irregularidades no resultado da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – edital 2012!

Posted on: 18/07/2013

Na reunião extraordinária do Conselho Municipal de Cultura – COMUC realizada dia 17 de julho de 2013 na Fundação Municipal de Cultura, a Conselheira do Setor de Artes Cênicas, Cida Falabella, encaminhou denúncia de indícios de irregularidades na composição da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura – CMIC e no resultado da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – LMIC, divulgado no último dia 16 de julho de 2013 http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1103547 .

Nove conselheiros da sociedade civil assinam o documento: Cida Falabella, Anna Flavia Dias Salles, Rafael Barros, Aníbal Macedo, Wander Evangelista, Simone Zanol, Fernando Barbosa, José Walter, Antônio Borges.

Na mesma ocasião, representantes do setor cultural apresentaram denúncias sobre o mesmo assunto.

Toda a documentação, acrescida dos registros no Diário Oficial do Município – DOM, foram entregues em plenária ao Sr. Sebastião Olindo de Mattos, presidente da CMIC e protocolados também no gabinete do presidente da Fundação Municipal de Cultura, Sr. Leônidas José Oliveira.

O COMUC solicita à presidência da Fundação Municipal de Cultura e aos membros da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura que os esclarecimentos sobre as suspeitas de irregularidades sejam apresentados no dia 7 de agosto de 2013 às 14 horas quando se realiza a próxima reunião do Conselho e, a partir de então, sejam tomadas as devidas providências.

As suspeitas de irregularidades apontadas são:

1 – O Sr. Ílvio Mendes do Amaral, representante do poder público na CMIC entre os meses de outubro e dezembro, período da publicação do edital, teve projeto aprovado da empresa da qual é sócio, a Cangaral Produções Artísticas. O edital prevê um ano de carência para que uma pessoa jurídica vinculada a um membro da CMIC possa apresentar e/ou participar de projetos inscritos na LMIC.

11/10/2012: nomeação de Ílvio Mendes do Amaral para a CMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1088716

28/11/2012: publicação do Edital da LMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1091231

Trecho do edital:

D) Não poderão participar dos projetos culturais inscritos neste edital:

I – entidades da Administração Pública Direta ou Indireta, de qualquer esfera de Governo;

II – agentes públicos municipais, ocupantes de cargos eletivos, efetivos, em comissão, detentores de emprego público, os que exercem função pública, membros da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura e membros do Conselho Municipal de Cultura, inclusive suplentes, bem como seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o primeiro grau, sócio ou pessoa jurídica a eles vinculada, até 1(um) ano após o término do mandato;

20/12/2012: dispensa de Ílvio Mendes do Amaral da CMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1092697

16/07/2013: divulgação do resultado da LMIC com aprovação do projeto 1885 MONTAGEM-LA-NONA do proponente Cangaral Produções Artísticas que tem como um dos sócios o Sr. Ílvio Mendes do Amaral, conforme site da empresa: http://www.cangaral.com.br/cangaral.php?titulo=hist%C3%B3rico&conteudo=historico.htm

1885

MONTAGEM-LA NONNA

CANGARAL PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA

IF

R$ 119.410,50

 

2) A Sra. Lubiana Mol Roberto, representante da sociedade civil na CMIC no segmento Literatura, eleita com currículo publicado no DOM em que consta sua vinculação como assistente executiva da Câmara Mineira do Livro,  entidade que teve projeto aprovado na LMIC. O edital prevê um ano de carência para que uma pessoa jurídica vinculada a um membro da CMIC possa apresentar e/ou participar de projetos inscritos na LMIC.

11/07/2012: divulgação do resultado da eleição dos novos membros da CMIC representantes da sociedade civil, trecho do currículo de Lubiana Mol Roberto “Atualmente, é assistente executiva da Câmara Mineira do Livro”:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1083885

11/10/2012: nomeação de Lubiana Mol Roberto para CMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1088716

28/11/2012: publicação do Edital da LMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1091231

Trecho do edital:

D) Não poderão participar dos projetos culturais inscritos neste edital:

I – entidades da Administração Pública Direta ou Indireta, de qualquer esfera de Governo;

II – agentes públicos municipais, ocupantes de cargos eletivos, efetivos, em comissão, detentores de emprego público, os que exercem função pública, membros da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura e membros do Conselho Municipal de Cultura, inclusive suplentes, bem como seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o primeiro grau, sócio ou pessoa jurídica a eles vinculada, até 1(um) ano após o término do mandato;

16/07/2013: divulgação do resultado da LMIC com aprovação do projeto 1125 “2º Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG” do proponente Câmara Mineira do Livro:

1125 2º SALÃO DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL DE MINAS GERAIS – PROGRAMAÇÃO CULTURAL CÂMARA MINEIRA DO LIVRO IF R$ 220.002,20

 

3) O Sr. Richardson Nicola Pontone, representante da sociedade civil na CMIC no segmento Audiovisual, eleito com currículo publicado no DOM em que consta ser Diretor de Comunicação da Associação Curta Minas, entidade que teve projeto aprovado na LMIC. O edital prevê um ano de carência para que uma pessoa jurídica vinculada a um membro da CMIC possa apresentar e/ou participar de projetos inscritos na LMIC.

11/07/2012: divulgação do resultado da eleição dos novos membros da CMIC representantes da sociedade civil, trecho do currículo de Richardson Nicola Pontone “Diretor de Comunicação da Curta Minas ABD/MG”:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1083885

11/10/2012: nomeação de Richardson Nicola Pontone para CMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1088716

28/11/2012: publicação do Edital da LMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1091231

Trecho do edital:

D) Não poderão participar dos projetos culturais inscritos neste edital:

I – entidades da Administração Pública Direta ou Indireta, de qualquer esfera de Governo;

II – agentes públicos municipais, ocupantes de cargos eletivos, efetivos, em comissão, detentores de emprego público, os que exercem função pública, membros da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura e membros do Conselho Municipal de Cultura, inclusive suplentes, bem como seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o primeiro grau, sócio ou pessoa jurídica a eles vinculada, até 1(um) ano após o término do mandato;

16/07/2013: divulgação do resultado da LMIC com aprovação do projeto 269 “Manutenção Associação Curta Minas/ABD-MG – Encontros temáticos e workshops” do Associação Curta Minas:

269

MANUTENÇÃO ASSOCIAÇÃO CURTA MINAS/ABD-MG – ENCONTROS TEMÁTICOS E WORKSHOPS

ASSOCIAÇÃO CURTA MINAS/ABD-MG

FPC

R$ 110.000,00

 

4) O Sr. José Alencar Mayrink, membro suplente do setor de Literatura no COMUC, afastou-se oficialmente da Câmara Mineira do Livro em janeiro de 2013, entidade que teve projeto aprovado na LMIC. O edital prevê um ano de carência para que uma pessoa jurídica vinculada a um membro do COMUC possa apresentar e/ou participar de projetos inscritos na LMIC.

15/12/2011: nomeação de José Alencar Mayrink para o COMUC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1071245

28/11/2012: publicação do Edital da LMIC:

http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1091231

Trecho do edital:

D) Não poderão participar dos projetos culturais inscritos neste edital:

I – entidades da Administração Pública Direta ou Indireta, de qualquer esfera de Governo;

II – agentes públicos municipais, ocupantes de cargos eletivos, efetivos, em comissão, detentores de emprego público, os que exercem função pública, membros da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura e membros do Conselho Municipal de Cultura, inclusive suplentes, bem como seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o primeiro grau, sócio ou pessoa jurídica a eles vinculada, até 1(um) ano após o término do mandato;

16/07/2013: divulgação do resultado da LMIC com aprovação do projeto 1125 “2º Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG” do proponente Câmara Mineira do Livro:

1125

2º SALÃO DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL DE MINAS GERAIS – PROGRAMAÇÃO CULTURAL

CÂMARA MINEIRA DO LIVRO

IF

R$ 220.002,20

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25 Respostas to "Conselho Municipal de Cultura de BH pede esclarecimentos sobre indícios de irregularidades no resultado da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – edital 2012!"

vejam o caso de MARIA DE FÁTIMA AUGUSTO – irmã de servidora da FMC.

Prezado Senhor, “Geraldo” (?!?),
É evidente que está mal informado e parece agir de má fé, ou com uma certa perseguição quase que obsessiva com tais comentários, uma vez que já foram divulgadas e protocoladas cartas em que a citada acima desiste da sua premiação e ainda esclarece sobre o equívoco. É claro e evidente para todos o profissionalismo e seriedade de todas as pessoas envolvidas citadas. Por favor, se o senhor não conseguiu aprovar por mérito o seu prêmio, ou está desocupado, procure uma nova tarefa.

INVISÍVEL COTIDIANO – Maria de Fátima Augusto – irmã de servidora e conselheira da FMC

Huuummm, isso tá me cheirando projeto ruim rejeitado e recalque no ar, que dó que dó… a Sônia não era da Comissão q seleciona e avalia os projetos. De qualquer forma a Maria de Fátima já renunciou ao prêmio. Quero saber qual a desculpa que vc utilizará quando seu projeto for rejeitado novamente…

A tal denúncia é um equívoco e será avaliada pelo setor jurídico da Fundação. O que está ocorrendo é um mal entendido. Aparece no site da fundação o currículo do Richardson como diretor da curta minas. Este currículo é da época em que ele era candidato. Mas ele já não era diretor da entidade dentro do prazo legal, e inclusive tivemos respaldo jurídico da fundação e da CMIC já naquela época. Está tudo documentado. Estamos tranquilos com relação a isto.

Prezado Marco Aurélio.
Achei de muito bom tom a carta escrita pela irmã da Maria de Fátima Augusto, seus esclarecimentos e renúncia ao meu ver foram de extrema ética.
Gosto de ler o senhor dizer que está muito tranquilho em relação as acusações, mas gostaria de mais dados, como data de entrada e data de saída do Sr. Richardson da direção do curta minas e outros que aprovassem as suas palavras e tranquilidade, o senhor se disponibilizaria a nos informar mais nestes comentários?

Estou tão indignado que não consigo colocar pra fora tudo o que estou sentindo!!!!!
Faço cultura há 10 anos, nunca fantasiei de que na cultura não existisse roubalheira. Mas esperava um pouco mais de respeito dos colegas na matéria citados. Diariamente enfrento dificuldades em combater o Monopólio de uns produtores quando pegam um projeto maior, onde deveriam convidar diversos espetáculos, mas preferem contratar todos os espetáculos de uma certa produtora, talvez até para lavar o dinheiro público. Deveriam se preocupar em lavar a cara de pau em dizer que não tem verba para contratar o espetáculo. Claro que não tem verba. Já contratou todos os espetáculos de uma só produtora com valores superfaturados!!!!!!

Existem mais irregularidades… olhem os projetos. Alguns são de uma mesma produtora mas com “laranjas”. Também comparem as listas de indeferidos, retificações e aprovados. Existem projetos com juntada de documentos posteriormente.

deve ser anulado esse edital. São muitas as irregularidades.

também espero que sim. Estou em todos os tons de beje.

É muito fácil para o Marco Aurélio Ribeiro dizer que é um equivoco essa denuncia enquanto três projetos encabeçados por diretores da Curta Minas são beneficiados (inclusive ele mesmo) com um montante de R$ 300.000.
São esses os ‘nomes’ contemplados:
– Rafaella Fantauzzi (Diretora Financeira da Associação Curta Minas)
– Marco Aurélio Ribeiro (Presidente da Associação Curta Minas)
– Associação Curta Minas
Aí, senhor Marco Aurélio Ribeiro, fica fácil levantar “bandeirinha” de honestidade e dizer que tal denuncia é um equivoco!
Vê se cria vergonha na cara, rapaz!

Antes de acusar diretamente gostaria muito de ler uma defesa um tanto mais clara do senhor Marco Aurélio, estar tranquilho com este monte de denúncia é no mínimo estranho!

Caro Pablo, tenho vergonha na cara de sobra! Se os projetos foram selecionados, é pq tiveram o seu mérito! Pra começo de conversa, é a primeira vez na minha vida, depois de quase 20 anos trabalhando com audiovisual, que aprovo um projeto meu em qualquer lei. O projeto em questão tem um trabalho de 6 anos de pesquisa, filmagens, e muita dedicação sem nenhum tipo de recurso externo,a não ser o do meu próprio bolso. Com as pesquisas do mesmo inclusive, já realizei um curta que passou em festivais, inclusive o CineOP do ano passado. O meu projeto conta com carta de anuência dos entrevistados, direitos autorais e como disse anteriormente, com 6 anos de pesquisa! Não é nenhum devaneio, e ainda tem uma forte ligação com a cidade, por se tratar de um documentário que resgata o início da história da música em Belo Horizonte. A Associação Curta Minas realiza projetos relevantes para a cultura a anos, e com extrema competência e transparência. Visto que todos os seus projetos tiveram as suas prestações de conta e de execução aprovadas sem ressalvas. Outra característica dos projetos da entidade, é que estes são sempre destinados ao público interessado, abertos e gratuitos. Ou seja, não não fazemos projetos fechados para a entidade e associados, e sim, projetos de relevância para o setor audiovisual da cidade. Quanto a Rafaella, esta, propôs um projeto de oficinas de capacitação e atualização em audiovisual, com profissionais renomados. O projeto dela atende uma demanda imensa e pouco suprido por projetos. Nós, como membros da Curta Minas vivemos dos nossos trabalhos e projetos para além da entidade, pois nesta, trabalhamos de forma voluntária e com imensas dificuldades. Não temos sede própria, e nem recursos para arcar com aluguel por exemplo. Hoje, a sede da entidade é na minha residência, e eu arco do meu próprio bolso com uma infinidade de despesas, que a entidade não tem como suprir. Desta forma, descredibilizar os nossos projetos pessoais, ou somá-los aos recursos de projetos da entidade, é mais do que um erro, e sim, uma canalhice! Você meu caro Pablo, não me conhece, não sabe da minha vida, não conhece os meus trabalhos e projetos. Nem eu, nem ninguém da Curta Minas, tem a intenção, ou mais do que isso, a influência para alterar os resultados de uma comissão composta por 12 pessoas. Se os projetos foram aprovados, tenho a convicção que é porque mereceram dentro dos critério adotados pela comissão. Outros bons projetos ficaram de fora? Isso é claro! Sempre ficaram! Isso porque não temos política cultural, somente política de edital! E insuficiente! Mas você já se disponibilizou a acompanhar, brigar, e propor alterações na política cultura de nossa cidade? Eu desconheço. Mas o que posso lhe garantir é que a Curta Minas vêm fazendo isso incansavelmente a 15 anos, e eu em particular, a quatro! Esse é o caminho meu caro! Participe das discussões, acompanhe a política cultural da sua cidade! É o que nós temos feito! Não julgue aquilo que você desconhece! Hoje eu sou a bola da vez, mas amanhã pode ser você! Eu não fujo do debate e das explicações pois tenha a minha consciência tranquila, como sempre em toda a minha vida! E você? Fugirá o dia em que for você?

E com relação a denúncia referente a Associação Curta Minas, posso dizer mais um vez. È um equívoco e será provado! Agimos dentro da legalidade e cumprindo o nosso papel de entidade representativa! Para o seu conhecimento, o audiovisual não tinha representante dentro da CMIC a 2 anos! Nós assumimos a responsabilidade de indicar alguém para esta função ingrata e o fizemos para que o audiovisual de BH não fosse prejudicado! Cumprimos a nossa obrigação! A vaga para a comissão é tão disputada que só teve UM candidato! E agora me pergunto, porque você não se candidatou? Porque você não quer ficar 3 anos sem apresentar projetos? Fácil, não? Mais uma vez digo, o Ricahrdson Pontone foi diretor da Curta Minas, e a única pessoa em BH que se disponibilizou para tal responsabilidade. A Curta Minas o apoiou integralmente principalmente por sua notória idoneidade e seriedade. Temos a certeza que este desempenhou o seu trabalho na comissão da forma mais imparcial e responsável possível. Não deixaremos que manchem o nome de alguém que se sujeito a tão árdua tarefa. Se você não ficou satisfeito, candidate-se e arque co as consequências disso! Faço questão de votar em você!

Obrigado pelas suas respostas Sr. Marco Aurélio, mas ainda gostaria de visualizar as provas que o senhor diz que tem em relação ao equívoco ocorrido.
Entendo o desconforto do senhor em ser a ” bola da vez” , espero que tudo fique muito bem para o senhor e seus trabalhos e que os mesmos sejam esclarecidos caso sejam boatos

Alguém saberia me informar onde e como eu poderia apresentar uma denúncia?
Eu pedi vistas ao parecer do meu projeto e recebi o documento com assinaturas digitais, e por ser um processo de licitação pública, não creio que isto seja correto.
Alegaram que faltavam documentos. Fui lá,pedi para ver o projeto e todos os documentos citados por eles estavam lá, sem faltar nenhum. Obviamente deixei lá o projeto e uma carta solicitando a revisão, pois os motivos alegados são improcedentes.
Algumas pontuações foram tão equivocadas, que suspeitamos que nosso projeto não chegou a ser analisado. Qualquer um que vir o projeto e a pontuação concluirá isto.
Alguém teria uma sugestão?

“Sr. Geraldo”, sou a favor da transparência e da dignidade, o sr, conhece estes princípios? Por q não quis de identificar corretamente ao fazer a “acusação”? Não entendo porque você se esconde…

“Sr. Geraldo”, sou a favor da transparência e da dignidade, o sr. conhece estes princípios? Por q não quis se identificar corretamente ao fazer a “acusação”? Não entendo porque você se esconde…

Prezado Senhor, “Geraldo” (?!?), É evidente que está mal informado e parece agir de má fé, ou com uma certa perseguição quase que obsessiva com tais comentários, uma vez que já foram divulgadas e protocoladas cartas em que a citada acima desiste da sua premiação e ainda esclarece sobre o equívoco. É claro e evidente para todos o profissionalismo e seriedade de todas as pessoas envolvidas citadas. Por favor, se o senhor não conseguiu aprovar por mérito o seu prêmio, ou está desocupado, procure uma nova tarefa.

,meu projeto teve boa pontuação,,e foi aprovovado na aréa de musica e gravação pela comisão ,,mas mesmo assim surgiram rpopostas aprovadas que são aprovadas todos os anosestamos aguardando justiça,ppóis tais iregularidades citadas devem ser apuradas e depois ficar transparente pra todos,outro fato é que diante de tantas propostas,porque não um maior numero de aprovações.

Não foram apenas 3… Foram 5 projetos para a Curta Minas: Cláudio Constantino, Alair Martins Neves, Rafaella Fantauzzi, Marco Aurélio Ribeiro e Associação Curta Minas. É achar que os outros são idiotas e não vão perceber! Vem ai o Filme em Minas e vai tudo para um outro grupo, tenho vergonha de ser belo-horizontina!

Caras e caros, prestei os esclarecimentos públicos em todos os lugares que fomos citados, inclusive aqui e no FB. Agora a questão é legal, foi solicitado por parte da Fundação a nossa defesa e é o que faremos. Responderemos a essa com a tranquilidade de não termos feito nada com a intenção de nos beneficiar. A Curta Minas é uma entidade idônea e que apresenta projetos de relevância para o setor cultural a mais de 10 anos. Quem tiver interesse em saber sobre esses, basta entrar no site da Associação e ver que todos são projetos que beneficiam não aos associados, pois são abertos, gratuitos e disponível a interessados. Essa é uma característica de nossos projetos. Só no último ano realizamos oficinas gratuitas de produção audiovisual em centros culturais e bairros de BH para quase 100 pessoas. Não realizamos projetos em interesse próprio, como a maioria dos apresentados em lei, e sim para a população. Nossos projetos são gratuitos e disponíveis aos interessados. Sem contar uma dezena de projetos que realizamos sem nenhum tipo de incentivo! Gostaria de lembrar ainda a Mariane, que a Curta Minas é uma associação de REALIZADORES AUDIOVISUAIS, ou seja, pessoas que trabalham com audiovisual! Eu inclusive vivo desta profissão, pois a Curta Minas é um trabalho voluntário, e não ganhamos nada pra trabalhar nesta. Aliás, muito pelo contrário! Temos em torno de 100 associados, e apenas 4 forma beneficiados pela Lei! E nós não temos a menor relação com projetos pessoais de nossos associados! Como disse anteriormente, se tiverem seus projetos aprovados, méritos deles! Aguardaremos a decisão da Fundação. Um abraço a todos.

Legalmente vocês não fizeram nada de errado, parabéns pela sua destreza! Acho que é uma questão moral e não legal e nos meus 55 anos de idade sei identificar isso:
Lobby (do inglês lobby, antessala, corredornota 1 ) é o nome que se dá à atividade de pressão de grupos, ostensiva ou velada, com o objetivo de interferir diretamente nas decisões do poder público, em favor de interesses privados.

Minha cara Mariane, neste ponto concordo com você em alguma medida. Se formos levar o conceito de lobby – um grupo organizado de pessoas que objetivam influir nas realidades econômicas e sociais – dentro do contexto do apoio ao nome do Richardson. E digo apoio, porque o mesmo não foi indicado pela Curta Minas, e sim, respondeu uma chamada pública da entidade e se disponibilizou. Talvez podemos entender desta forma, mas com uma diferença, o influir aqui não se destina a membros da entidade, e sim, a todos que atuam no audiovisual. É interessante perceber que a Curta Minas não indicou ninguém para ocupar a CMIC nos dois últimos editais, e mesmo assim teve projetos, seu e de associados, aprovados. Pela sua lógica, isso não poderia ter acontecido, não é verdade? Vou dizer pela última vez, a Curta Minas foi duramente criticada por seus associados, e por realizadores audiovisuais de BH que nem são filiados a entidade, por não ter indicado ninguém para ocupar a função de analisar projetos do audiovisual na CMIC nos dois últimos editais.Por isso, resolvemos fazer a chamada. A nossa situação é tanto complicada, pois se não indicamos, estamos ausentando de nossa obrigação, e se apoiamos alguém, estamos fazendo lobby. Tenha santa paciência! Sinceramente não vou mais me prestar a responder acusações gratuitas de alguém que apesar dos seus 55 anos não aprendeu o que é bom censo, responsabilidade e respeito. Espero sinceramente que você e outros que fazem essas acusações canalhas, se prontifiquem a candidatar a CMIC no ano que vem. É muito cômodo não se envolver nas decisões políticas da cidade, e depois desferir ataques anônimos a uma entidade que assume as suas posturas publicamente e que atua incansavelmente pela construção de uma política cultural decente para a nossa cidade. E os próprio membros deste site, os do nova cena, sabem disso, pois tem nos visto lado a lado em todas os momentos importantes da luta por uma política cultural em Belo Horizonte. Encerro por aqui a minha participação neste debate. Aguardaremos agora a decisão da Fundação para nos pronunciarmos novamente.

Isso é dinheiro público e sou eu que não tenho bom senso (com S menino!) responsabilidade e respeito?

Falácia do Espantalho:
A falácia do homem de palha (também falácia do espantalho) é um argumento em que a pessoa ignora a posição do adversário no debate e substitui por uma versão distorcida, e que representa de forma errada esta posição. A falácia existe quando a distorção é proposital, de forma a tornar o argumento mais facilmente refutável, ou quando é acidental, quando quem usa a falácia não entendeu o argumento que quer refutar.
Nesta falácia, a refutação é feita contra um argumento criado por quem está atacando o argumento original, e não é uma refutação deste argumento original. Para alguém que não esteja familiarizado com o argumento original, a refutação pode parecer válida, como refutação daquele argumento.

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